Saiu na mídia

Nova fase de repressão na Nicarágua tem como alvo a imprensa, diz OEA

Jornalistas relatam rotina de ameaças, agressões e roubo de equipamentos durante coberturas

Por Flavia Mantovani

Folha de São Paulo

A Nicarágua vive uma nova fase de repressão por parte da ditadura de Daniel Ortega na qual o alvo é a imprensa, afirma a CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos), órgão ligado à OEA (Organização dos Estados Americanos).

deportação de um repórter austríaco-americano na última segunda (1º) foi o último capítulo de uma rotina de intimidações não só a profissionais estrangeiros, mas também a jornalistas locais…Matéria completa aqui.

Nicarágua deporta jornalista por cobrir protestos contra o regime de Ortega

Por Daniel Avelar

Folha de São Paulo

A Nicarágua deportou nesta semana um jornalista estrangeiro que vinha cobrindo a onda de protestos contra o ditador Daniel Ortega.

Carl David Goette-Luciak, repórter austríaco-americano, foi detido em sua casa em Manágua na segunda-feira (1) e interrogado por horas pelas forças de segurança antes de ser transportado de avião para El Salvador… Matéria completa aqui.

Fotógrafa relata experiências em conflitos na Nicarágua

Susan Meiselas, que registrou a Revolução Sandinista, integra evento em SP

Por João Perassolo

Folha de São Paulo

Em 10 de Janeiro de 1978, Pedro Joaquin Chamorro, então dono de La Prensa, jornal de oposição ao governo da Nicarágua foi assassinado em Manágua, capital do país.

A 6,000 quilômetros  dalí, em Nova York. uma jovem fotógrafa americana acompanhava com curiosidade o crime ocorrido na pequena nação da América Central, que vivia sob uma ditadura apoiada por seu país…  Matéria completa aqui.

Caravana denuncia crise e repressão na Nicarágua

Matéria realizada pela TV-PUC Rio de Janeiro

Ortega persegue famílias de mortos, diz nicaraguense que perdeu irmão

Casas são pichadas e velórios destruídos, conta ativista que veio ao Brasil denunciar governo

Folha de São Paulo

Por Flavia Mantovani

Frases como “sabemos onde vocês moram” pintadas nas fachadas das casas. Um X vermelho e preto na calçada, marcando uma residência. Mensagens intimidadoras enviadas em redes sociais…..Matéria completa aqui 

Uma nova revolução na Nicarágua

Caravana do país centro-americano visita Brasil para denunciar crimes do regime

Jornal do Brasil

Por Denis Kuck

Ariana Villalta, 25, tira o celular e mostra uma foto dela aos cinco anos, segurando uma bandeira rubro-negra. São as cores da Frente Sandinista de Libertação da Nicarágua (FSLN). A jovem diz que em seu país, todos, de alguma maneira, foram influenciados pela Revolução Sandinista, que em 1979 tirou do poder o ditador Anastasio Somoza. Trinta e nove anos depois, no entanto, ela luta contra o partido que um dia deu esperança para milhares de cidadãos nicaraguenses e inspirou a esquerda latino-americana. Ariana diz que Daniel Ortega, líder do movimento e presidente do país, é um traidor. Ao lado de outros compatriotas, ela participa de uma caravana pela América do Sul para denunciar crimes cometidos pelo regime orteguista e criar rede de apoio aos ativistas. A missão chega hoje em São Paulo…. Matéria completa aqui.

‘Arriscamos nossas vidas pela democracia’: Nicaraguenses denunciam repressão do governo Ortega

Sul 21

Por Giovana Fleck

Ao sair da Nicarágua, Yader Parajón, Carolina Hernández e Ariana Mcguire tiveram seus rostos e nomes divulgados na televisão nacional. “Já nos tem plenamente identificados”, afirma Ariana. Ela fala sobre o perigo de morte iminente ao retornar. “Podemos voltar e entrar pelo aeroporto, mas possivelmente vão nos esperar com as forças policiais e nos colocar em uma prisão ilegal de detenção e tortura, ou prender-nos por 20 anos, pois, para eles, somos terroristas….. Matéria completa aqui

Não somos golpistas, diz líder de movimento universitário na Nicarágua

Jornal do Brasil

Por Denis Kuck

“Minha vida mudou completamente”, conta Zayda Hernández, 24, uma das líderes do movimento universitário contra o governo do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega. A estudante de engenharia, que tinha um dia a dia relativamente pacato em Manágua, hoje vive na Costa Rica, onde muitos nicaraguenses se refugiaram devido à repressão aos protestos iniciados em 19 de abril, que pedem a renúncia do dirigente sandinista ou a antecipação das eleições. Segundo organizações, o número de mortos no país em decorrência onda de violência é de 322. Além disso, cerca de 500 pessoas estariam presas por participar das manifestações, que diminuíram consideravelmente nas últimas semanas. Zayda diz que os ideais da revolução foram traídos e que a oposição foi desarticulada a custa de assassinatos, que afirma ter presenciado dentro da Universidade Nacional de Engenharia. Da diáspora, ela busca ajudar na reorganização do movimento, e diz que “luta por liberdade e democracia”….. Materia completa aqui

 

Programa Sem Fronteiras analisa o antes e depois na crise nicaraguense

Globo News

Simpatizantes brasileiros da revolução sandinista revelam decepção com repressão do governo Ortega na Nicarágua

G1

Ouvidos pelo G1, eles condenaram ‘excessos’ da gestão de origem sandinista contra a oposição. Brasileiros se dividem em relação à proposta de antecipação das eleições na Nicarágua.

Simpatizantes brasileiros da revolução sandinista ouvidos pelo G1 revelaram desilusão com o processo político na Nicarágua depois da repressão promovida pelo governo de Daniel Ortega contra uma onda de protestos no país.

O atual presidente da Nicarágua é um dos principais expoentes do movimento que há quatro décadas derrubou uma dinastia de ditadores com uma revolução popular…..Materia completa aqui

Bastião de oposição a presidente da Nicarágua vive jornadas de terror

Folha de São Paulo

Fabiano Maisonnave

MANÁGUA

Pernas cortadas com bisturi, o filho único de 16 anos desaparecido e uma panela de pressão roubada.

Um dia depois da ofensiva das forças do governo Daniel Ortega, a vendedora ambulante Rezaye (nome fictício) chora ao lembrar os momentos vividos no bairro de Monimbó, em Masaya (30 km de Manágua), principal bastião dos protestos oposicionistas...Materia completa aqui

Crise na Nicarágua completa 3 meses; entenda como ela chegou a esse ponto

Folha de São Paulo

Os protestos contra o governo na Nicarágua completaram três meses nesta quarta-feira (18), período marcado por uma forte repressão pelo governo de Daniel Ortega, com a morte de cerca de 360 pessoas, muitos deles estudantes universitários.

Os manifestantes iniciaram os protestos em abril, como reação a uma proposta de reforma da Previdência —poucos dias depois o governo de Ortega voltou atrás nas mudanças. ..Materia completa aqui

Leonardo Boff pede que forças de Ortega ‘parem de matar’ seu povo

Carta Capital

O teólogo brasileiro Leonardo Boff, expoente da Teologia da Libertação, pediu que as forças de repressão do governo da Nicarágua “parem de matar”, em uma carta de apoio aos bispos desse país, duramente criticados pelo presidente de esquerda Daniel Ortega.

Os bispos da nação centro-americana mergulhada em uma crise fazem “uma justa crítica ao governo que está perseguindo, sequestrando e assassinando seus próprios compatriotas”, afirma Boff em uma carta dirigida ao Centro Nicaraguense de Direitos Humanos (Cenidh)….Materia completa aqui

La muchacha de Pernambuco

El País

Por Sergio Ramirez

El reparto Lomas de Monserrat hasta hace poco hervía de paramilitares encapuchados. Muy cerca de allí se encuentra la Universidad Nacional Autónoma, tomada por estudiantes desde los inicios de la protesta cívica que sacude Nicaragua. Siempre fue inminente un ataque para desalojarlos, el cual se dio por fin la tarde del viernes 13 de julio. Los estudiantes corrieron a refugiarse en la vecina iglesia de la Divina Misericordia, y los disparos incesantes continuaron hasta la madrugada del sábado 14, ahora contra la iglesia, dejando dos muertos. Los encapuchados continuaron en Lomas de Monserrat tras la “operación limpieza”, y el 23 de julio aún estaban allí…. Materia completa aqui

Nicaragüenses en Brasil denuncian “escalada represiva” de Daniel Ortega

La Prensa, Nicarágua

Nicaragüenses radicados en Brasil están impulsando una campaña que denuncia la “escalada represiva” del gobierno de Daniel Ortega y de divulgación de las demandas de los nicaragüenses, entre estas la renuncia de Ortega y su esposa, Rosario Murillo, del poder.

Los nicaragüenses piden a “todos los brasileños comprometidos con la democracia” apoyar con su firma un manifiesto de solidaridad con Nicaragua, basado en el “Manifiesto por una Nicaragua Libre y Democrática”, impulsado por históricos intelectuales y militantes revolucionarios sandinistas, como Ernesto Cardenal, Gioconda Belli y Sergio Ramírez…..Materia completa aqui